segunda-feira, 14 de maio de 2012

Liderança e o trabalho em equipe

Ser facilitador e desenvolvedor de colaboradores são algumas das características que o atual mercado exige do líder

O cenário organizacional mudou as relações empresariais se modificaram com o passar dos anos. Sai à figura do chefe, entra a do líder. Com isso, as relações se estreitaram e o trabalho em equipe se fortaleceu.
Ser facilitador e desenvolvedor de colaboradores são algumas das características que o atual mercado exige do líder. Flexibilidade e comunicação, também são essenciais. "Fazer junto, ser admirado, assumir riscos, puxar a equipe, ir junto, acelerar resultados, esses são alguns dos diferenciais do líder de hoje", afirma o Presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, o Master Coach Trainer, José Roberto Marques.
A liderança é o processo chave nas organizações, está presente em todos os níveis hierárquicos, e não pode ser confundido com chefia, gerência ou direção. "Ser líder é uma capacitação, competências que devem ser desenvolvidas, aprender a lidar com as diferentes situações no dia a dia, sejam elas de caráter individual ou coletivo. É uma habilidade a ser trabalhada".
Liderança e motivação! Podemos considerar que esse seja o lema das organizações no contexto atual. O trabalho em equipe fortalece a organização e consequentemente favorece os resultados. Mas motivar uma equipe não é tarefa fácil para quem não está preparado, pois em um determinado grupo podemos encontrar colaboradores com perfis e objetivos, profissionais e de vida, distintos.
Deve se entender que se um membro não estiver na mesma sintonia que os demais, os projetos e objetivos da organização correm grande risco de não serem concretizados. Cabe ao líder prever, diagnosticar e resolver esse tipo de situação, pois cada colaborador funciona como uma célula na organização, fazendo com que o organismo funcione como um todo.
A liderança está ligada diretamente a incentivos, sejam eles: motivacionais, financeiros ou de conquista de objetivos. O trabalho em equipe exige mais que colaboradores especializados em determinadas funções, necessita de um líder que seja altamente capacitado para gerir de forma sistêmica as equipes, ouvir e sentir as necessidades dos profissionais alinhá-los a cultura organizacional, e dessa forma fortalecer as relações de colaboração e produção. Afinal o Líder é aquele que faz junto, que puxa que motiva; que une seus colabores em busca de melhores resultados.
"O líder tem que saber identificar os desejos e anseios de cada colaborador. Pode trabalhar a equipe como um todo, mas deve sempre buscar potencializar as competências individuais e uni-las no alcance das metas. Para isso, deve estar atento, tomar decisões coesas, procurar delegar de forma justa, acompanhar o trabalho, motivar e apoiar o desenvolvimento e capacitação de cada um de seus liderados. Conseguindo isso, ele terá resultados rápidos e extraordinários", finaliza José Roberto.

 

Que tal intensificar seu networking?

Veja algumas dicas sobre como aperfeiçoar sua rede de relacionamentos

Se por algum motivo, você recebesse hoje, a notícia de seu desligamento da empresa onde trabalha, o que faria? Recebi a ligação de um amigo, que por mudanças organizacionais, foi demitido da empresa onde trabalhou durante 5 anos. Fiquei feliz, pois o objetivo do contato comigo, era para eu fazer a ponte, com outro empresário que conheço, para entregar seu currículo. Note que a construção de uma rede de contatos, pode ser útil em vários momentos e de vital importância para pessoas que desejam manter-se em constante crescimento. Um relacionamento com a pessoa certa, além de abreviar caminhos, estabelece uma relação de amizade. Se você não gosta de pedir ajuda, supere isto demonstrando cuidado e carinho com aquelas pessoas com quem fala habitualmente. Observe a seguir, como aperfeiçoar sua rede de relacionamentos.
Cinco dicas para aumentar seu networking
A primeira dica é a participação em feiras, congressos, palestras e eventos relacionados à sua área de atuação. Seu cartão de visitas precisa chegar até a mão de pessoas certas, que tenham atuação no seu segmento. O objetivo maior com esta atividade não é juntar a maior quantidade possível de contatos, e sim conhecer pessoas que você possa auxiliar e possam ajudá-lo futuramente.

A segunda dica está relacionada com a aplicabilidade do uso da empatia, percebendo que o tempo é algo valioso, tanto para você, como para seus contatos.

A terceira é o compromisso de realizar o que prometeu, lembrando que o discurso, pode ser apenas palavras soltas ao vento, mas, sua ação será um importante ingrediente para mostrar e intensificar suas competências.

A quarta dica é o respeito e a compreensão de que, as pessoas são diferentes na sua maneira de pensar, agir e falar.

A quinta dica é a manutenção do seu networking. Não adianta dispor de uma agenda lotada, se os contatos são improdutivos. Faça uma avaliação e responda: Há quanto tempo você não faz contato para algumas pessoas que estão presentes na agenda, e que, seriam interessantes para melhorar seu networking?
Um cuidado a ser observado é com a internet e as redes sociais. Elas podem transmitir a sensação de informalidade, exigindo coerência ao adicionar pessoas na sua rede de contato, prezando pelo bom senso e ética. Ambas, no ambiente profissional, funcionam de maneira positiva para a compreensão da diferença existente entre a liberdade e a libertinagem. Um segredo interessante é lembrar que a qualidade é o que conta, não a quantidade, por isso, o respeito com sua base de contatos é essencial ao enviar mensagens improdutivas, sem fundamentação e principalmente que possa gerar algum desvio da sua conduta.
Um bom networking oferece expansão de sua rede de contatos, com o propósito de acreditar, que não se conhece todo mundo, mas é preciso conhecer alguém que nos leve a conhecer todo mundo. Na área comercial, por exemplo, um vendedor pode tentar inúmeras vezes, visitar um cliente sem conseguir vender absolutamente nada. Entretanto, se dispor de um bom networking, algum contato pode contribuir nas suas argumentações comerciais. Com relação ao meu amigo? Bingo! Conquistou o emprego e atualmente é gerente de vendas de uma importante concessionária de veículos. Que tal começar agora a revisar seus contatos e intensificar seu networking. Vamos tentar?

Dalmir Sant'Anna - palestrante comportamental, mestrando em Administração de Empresas, autor dos livros "Oportunidades" e "Menos pode ser Mais" (www.dalmir.com.br).

 

Conceito de Administração Estratégica

ARTIGO

A administração estratégica obteve seu formato após a Fundação Ford e a Carnegie Corporation no ano de 1950, um eventual resumo desta pesquisa que foi denominada de relatório Gordon – Howell, orientando que o ensino de negócios fossem mais amplos

Esses cursos deveriam ter suas características principais distintas. Ao invés de apresentar aos alunos os aspectos problemáticos de negócios para tal analise e áreas especifica de certo modo que o marketing ou finanças, tiveram ênfase no desenvolvimento de conhecimentos de identificação, analise e soluções de problemas no mundo atual em importantes áreas de negócios. Dessa forma, propicia aos estudantes a oportunidade de exercer suas habilidades que não são explicitas e exigidas em demais cursos. Esse relatório foi também recomendado que as novas politicas se concentram em incluir o conhecimento já obtido em demais cursos e causar o progresso das habilidades dos estudantes utilizando-se tal conhecimento.
O relatório Gordon – Howell obteve uma aceitação ampla. Em meados de 1970, o curso fazia parte da grade curricular de algumas escolas de negócios. Portanto, com o passar do tempo, tal curso foi ampliado, adicionando consideravelmente a organização global com o seu ambiente. Temos como exemplo, a ética e as responsabilidades sociais, assim como os impactos potenciais de fatores econômicos, legislativos e políticos, a respeito do êxito nas operações de uma organização atribuindo-se assuntos de interesses. Recentemente, a ênfase mais ampla que destacamos e que induziram os lideres da área foi a alternância do nome de curso de Politica de Negócios para Administração Estratégica.
A evolução conceitual de Administração Estratégica se dá ao seu resultado significativo e, contudo é visivelmente a falta de consenso a respeito de seu significado preciso. O empecilho com a administração estratégica é executada em diversas organizações e muitas delas absorvem-se desse beneficio significativamente. A administração estratégica está identificada como um processo prolongado que objetiva manter uma empresa apropriada e integrada com o seu ambiente.
Antigamente, tal processo de administração estratégica era influenciado em determinadas partes através do departamento de planejamento das empresas. Os profissionais que integram esses departamentos eram inclusos no projeto e a execução dos sistemas de administração estratégica no limite de suas organizações. Recentemente esses departamentos de planejamento tiveram perda de sua influencia.
O processo de administração estratégica sofre tendência quando se trata especialmente em empresas de menores portes, denominado pelo diretor – presidente (CEO) da organização. O presidente é considerado como responsável principal pelo sucesso desse processo. Contudo, isso não pode significar que o presidente execute esse processo de administração estratégica independente. Ao contrario, o CEO quando bem sucedido nessa área, esboça um processo de administração estratégica envolvendo os membros de inúmeras áreas e diferentes níveis da empresa.
Uma empresa pode ter benefícios diferenciados quando praticado de forma correta a administração estratégica. De repente, o que importa para as empresas seja o aumento de seus níveis de lucro. Estudos anteriores demonstram que o aumento do lucro geralmente não segue uma aplicação estratégica, mas sim, um numero significativo de pesquisas recentes que tem como sugestão um eficiente sistema de administração estratégica podendo aumentar a lucratividade da empresa.

 

Inscrições para o Desafio Sebrae 2012 vão até dia 18 de maio

Este ano, o tema do jogo são frutas tropicais

As inscrições para a edição 2012 do Desafio Sebrae, jogo para universitários que simula a gestão de uma pequena empresa, começaram no dia 11 de abril e podem ser realizadas no site oficial www.desafio.sebrae.com.br até o dia 18 de maio. A competição já teve a participação de mais de 1 milhão de estudantes, entre universitários brasileiros e de países da América Latina, desde que foi criado, em 2000.
Este ano, o tema do jogo são frutas tropicais. O desafio será simular a administração das diversas etapas de um negócio neste segmento, o que envolve decisões sobre a venda e até a derivação de produtos, como sorvetes, polpas e sucos. Na simulação, os participantes terão que contratar empregados, gerenciar lojas, definir preços e comercializar os artigos. A proposta é que os estudantes avaliem toda a cadeia produtiva do setor e tomem decisões nos setores de comércio e serviços.
A edição 2012 do Desafio Sebrae traz novidades. Uma delas é a possibilidade de inscrever duplas. Nos anos anteriores, o limite era de no mínimo três estudantes. Já o número máximo permanece em cinco participantes por equipe.
Outra inovação está relacionada à mobilidade e interatividade. Para este ano, foi criado um aplicativo para o jogo. O programa pode ser usado em tablets e smartphones de sistemas operacionais das tecnologias Android e Apple. Com essa opção, o jogo será 100% online e as equipes poderão tomar decisões sem perder prazos.
Segundo a coordenadora do Desafio Sebrae no Paraná, Paula Andreia de Castro, ao simular o dia a dia de uma empresa, o jogo é uma oportunidade para os universitários trabalharem aspectos comportamentais. "O trabalho em equipe, a liderança, a necessidade de tomar decisões sob pressão são alguns aspectos. De forma lúdica, o jogo permite a vivência de situações de gestão sem ter que enfrentar riscos reais e futuramente, no ambiente corporativo, esses alunos trarão na sua bagagem esse aprendizado de uma forma mais consistente", avalia Paula de Castro.

 

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Relações Trabalhistas

Ponto Eletrônico entra em vigor para Indústria, Comércio e Serviços

Entrou em vigor no dia 2 de abril, a portaria do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que estabelece a obrigatoriedade do uso do ponto eletrônico para grandes e médias empresas que exploram atividades na indústria, no comércio em geral e no setor de serviços. Este último inclui, entre outros, os setores financeiro, de transportes, construção, comunicações, energia, saúde e educação.
Segundo levantamento realizado em 2011 pela Associação Brasileira das Empresas Fabricantes de Equipamentos de Registro Eletrônico de Ponto (Abrep), 56% das empresas que passaram a utilizar o sistema consideram a mudança vantajosa. Entre os funcionários, 78% dos entrevistados responderam estar satisfeitos com o novo ponto eletrônico.
De acordo com Ladmir Carvalho, diretor executivo da Alterdata, fornecedora de softwares para Ponto Eletrônico, o novo sistema permitirá uma melhor gestão do banco de horas. "As horas extras, faltas, atrasos e licenças ficam todas registradas. O ponto eletrônico pode funcionar através de crachás, leitura de digitais ou até mesmo por leitura facial. Com esse sistema, é impossível que os colegas batam ponto por alguém que faltou, ou que saiu mais cedo e deixou o crachá com o companheiro", explica.
O custo para os empresários varia de acordo com a tecnologia adotada. Ladmir Carvalho avalia que o valor do equipamento de identificador facial, um dos modelos mais modernos, fique em torno de R$ 2 mil reais. Já o software para a gestão dos dados sai a aproximadamente R$ 600 reais no caso de firmas com até 20 funcionários.
As empresas que exploram atividades agroeconômicas serão as próximas a implantar o sistema, o que deve acontecer no próximo dia 1º de junho. Já as microempresas e empresas de pequeno porte terão que adotar o Ponto Eletrônico a partir do dia 3 de setembro.

 

sábado, 3 de março de 2012

Fatores que melhoram o desempenho dos profissionais

Muitas vezes, um profissional pode dominar competências técnicas e comportamentais para atender às expectativas da organização. No entanto, não é apenas a boa vontade e o empenho do funcionário que exercem influência sobre sua performance, afinal a empresa que o contratou também tem que dar suporte para que suas equipes sintam-se estimuladas a vencer e a superar desafios todos os dias. Confira abaixo, fatores que quando somados impactam positivamente nos resultados e na entrega dos talentos organizacionais.
1 - Liderança - A atuação do líder junto à sua equipe é fundamental, para que a obtenção de resultados surja não apenas como uma meta a ser atingida, mas sim como um desafio que permita aos liderados entenderem que aquele momento que vivenciam é uma oportunidade de desenvolvimento. Nesse sentido, a liderança precisa trazer consigo e colocar em prática competências técnicas e comportamentais.
2 - Valorização - Quando a pessoa que realiza um bom trabalho, dá o melhor de si e supera até mesmo as expectativas do que lhe foi solicitado, muitas vezes, para continuar naquele ritmo acentuado de motivação espera, no mínimo, que seu esforço seja reconhecido. Há organizações que possuem políticas de gratificações, mas nem sempre a remuneração é suficiente para motivar o profissional. Prova disso, é que muitas empresas já constataram que uma cesta de benefícios atraentes, por exemplo, não é suficiente para reter um talento. Existe também a valorização que se revela através do reconhecimento verbal ou de um feedback, desde que dado pelo gestor e seja bem conduzido.
3 - Diálogo - Infelizmente existem empresas que pensam que uma boa política de comunicação interna se faz através de um processo unilateral. No entanto, não basta apenas repassar informações através de canais internos por mais que esses tenham o respaldo da alta direção e um visual atraente. Para que haja um processo eficaz é indispensável escutar o que pensam os profissionais. Além dos canais internos, a comunicação corporativa também se fortalece pelo relacionamento face a face, situação muito relevante para o bom entendimento entre líder-liderados.
4 - Equipe - Não há quem consiga "carregar" sozinho e em suas "costas" uma empresa. Por isso, trabalhar em equipe tornou-se uma competência muito valorizada para as organizações que buscam formar equipes estratégicas. Nesse momento, entram em cena outros fatores indispensáveis como: assertividade, empatia, vontade de compartilhar o conhecimento com o colega de trabalho e saber pedir ajuda, quando necessário.
5 - Metas - Toda empresa necessita trabalhar com foco em resultados e por esse motivo são determinados planos de ação. Contudo, de nada adianta traçar objetivos que fogem à realidade e tampouco podem ser conquistados do "dia para a noite" ou "num passe de mágica". É extremamente viável estabelecer metas com tempo suficiente para que essas possam ser atingidas. Caso contrário, o resultado será uma equipe estressada e formada por profissionais que não sabem qual rumo devem tomar para cumprir os prazos determinados.
6 - Apoio - Se as metas são cobradas dos profissionais, a empresa precisa dar respaldo para que os funcionários possam atingi-las. Trocando em miúdos: para realizar um bom trabalho, os profissionais precisam contar com os equipamentos necessários para a execução das suas atividades.
7 - Ambiente saudável - Não existe algo mais desagradável do que chegar ao ambiente de trabalho e encontrar o local desprovido das mínimas condições de higiene. Não destaco aqui uma infraestrutura requintada, mas sim uma que permita aos funcionários acesso a salas, banheiros ou refeitórios limpos. Um lembrete: sempre será bem-vinda uma campanha de conscientização interna para lembrar que o local de trabalho saudável só existe, quando os funcionários também fazem a sua parte. Afinal, de nada adianta pedir ao pessoal da limpeza que recolha o lixo, se os profissionais jogam as "bolinhas de papel" no cesto.
8 - Avaliação do clima - Acompanhar os bastidores do que ocorre nos "corredores" da organização é uma estratégia para avaliar o clima organizacional. Independentemente da ferramenta utilizada, os dirigentes devem identificar os pontos fortes da gestão, bem como os fracos e aqueles que precisam ser trabalhados, a fim de que possam ser evitados problemas futuros que impactem negativamente no desempenho dos profissionais.
9 - Carreira - O funcionário que veste a camisa da empresa e se aplica com tenacidade às suas responsabilidades tem em mente que sua dedicação trará resultados não apenas para a organização, mas também para sua carreira. Sempre que possível, a empresa deve manter um canal aberto para conversar com o funcionário e saber o que ele espera em termos de perspectivas de ascensão profissional. A partir do momento em que se elabora um plano de carreira, por exemplo, ganha tanto a empresa quanto o colaborador porque ele buscará o desenvolvimento de novas competências técnicas e comportamentais que abrirão novas oportunidades de crescimento interno.
10 - Xô estresse - Diante de tanta exigência no meio organizacional, a presença do estresse tornou-se inevitável. Para que seus níveis não ultrapassem os limites aceitáveis e prejudiquem, consequentemente, o desempenho dos funcionários as empresas podem recorrer a ações simples como: promoção de atividades que deixem o ambiente de trabalho mais descontraído; adoção de ginástica laboral; criação de um espaço para que as pessoas possam tomar um cafezinho quando a mente "travar"; realização de atividades que registrem datas comemorativas com confraternizações ou atividades de lazer. Os investimentos em QVT nem sempre exigem investimentos elevados, mas podem proporcionar resultados significativos para o dia a dia da empresa.